Atualidade
As células estaminais do tecido do cordão umbilical são capazes de atenuar a lesão neurológica decorrente de um traumatismo cranioencefálico, com possível impacto na minimização das sequelas e melhor recuperação dos doentes. A conclusão é do estudo em modelo animal, publicado na revista científica Brain Research, que indica que este efeito benéfico se deve às características anti-inflamatórias e regenerativas destas células.
Investigadores do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) e do Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUP) concluíram que a neuropatia periférica afeta 40% dos doentes com Parkinson e que tal descoberta possibilitará "novas formas de tratamento".
Nos dias 11 e 12 de março realiza-se o Curso de Abordagem na Fase Aguda do Acidente Vascular (AVC), em Lisboa. É uma formação organizada pelo Núcleo de Estudos de Formação em Medicina Interna (NEForMI), da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), destinada a médicos internos e outros especialistas.
Neuro SDR é o nome da tecnologia desenvolvida há seis anos e que está na vanguarda na deteção precoce da doença de Alzheimer, mesmo na ausência de sintomas. Um projeto que pretende ainda desvendar a evolução da patologia em diagnósticos inconclusivos.
O Dr. Carlos Vaz, especialista em Reumatologia, refere que as quedas são responsáveis pela principal causa de lesões fatais e não fatais entre os adultos a partir dos 65 anos. Um estudo da Faculdade de Medicina do Porto mostrou que a doença neurológica e reumática, bem como sintomas reveladores de ansiedade e de depressão, têm uma associação direta na ocorrência de quedas acidentais, sobretudo em mulheres e idosos.
Portugal participou num estudo científico que identificou os dois primeiros doentes com uma nova síndrome com origem em mutações genéticas que se pensava serem incompatíveis com a vida, mas que podem servir de marcadores de diagnóstico de doenças raras.
Um estudo, publicado no Journal of Sleep Research, comprova que os adultos mais velhos com dificuldade em adormecer e que acordam frequentemente durante a noite têm mais hipóteses de vir a desenvolver demência e até de morte precoce.
Batimentos cardíacos elevados podem ser um fator de risco para o surgimento de demência com o avançar da idade. Esta é a principal conclusão de um estudo realizado por investigadores do Instituto Karolinska, na Suécia, publicado na revista Alzheimer's and Dementia.
O prazo relativo à apresentação das candidaturas para a atribuição de Bolsas e Menções Honrosas 2022, concedidas pela Liga Portuguesa Contra a Epilepsia (LPCE), decorre até ao dia 15 de fevereiro.

