Atualidade
Para responder às várias questões que têm surgido por parte de doentes com esclerose múltipla (EM) e cuidadores, sobre a COVID-19, a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), a Associação Nacional Esclerose Múltipla (ANEM) e a Associação Todos com a Esclerose Múltipla (TEM), em colaboração com o Grupos de Estudos de Esclerose Múltipla (GEEM), levaram a cabo, com o apoio da Roche, um webinar em direto, no passado dia 4 de abril. Assista à sessão.
No âmbito do Dia Nacional do Doente com AVC, que se assinalou no passado dia 31 de março, a Portugal AVC – União de Sobreviventes, Familiares e Amigos -, alerta para a atual situação em que vivem os sobreviventes de acidente vascular cerebral (AVC), nomeadamente nesta fase em que foi decretado o estado de emergência em Portugal.
Ao longo dos últimos anos, têm sido realizados vários ensaios clínicos com o objetivo de determinar se a administração de células estaminais provenientes do sangue do cordão umbilical, da medula óssea ou do tecido do cordão umbilical, é capaz de melhorar os sintomas de crianças com perturbações do espectro do autismo (PEA). Os ensaios clínicos realizados têm revelado resultados muito promissores.
No âmbito do Dia Internacional das Cefaleias em Salva que se assinalou no passado sábado, dia 21 de março, a Associação Portuguesa de Doentes com Enxaqueca e Cefaleias (MiGRA Portugal) alerta para o impacto desta patologia. As cefaleias em salva são um tipo de cefaleia primária rara e extremamente dolorosa de dor de cabeça que atingem 1 a 2 pessoas em cada mil. Também conhecida como a “dor de cabeça suicida” é caracterizada por uma dor extremamente forte descrita pelas pessoas como as dores mais fortes que já sentiram em qualquer ocasião das suas vidas. Apesar da dor que as cefaleias causam, o seu diagnóstico é arrastado durante vários anos e demora, em média, cinco anos.
Um estudo europeu que envolveu seis países, entre os quais Portugal, concluiu que uma percentagem significativa de doentes não muda os seus comportamentos depois de sofrer um enfarte agudo do miocárdio e/ou um acidente vascular cerebral (AVC).
Vários eventos científicos agendados para os próximos dias têm vindo a ser adiados, devido ao impacto do covid-19 a nível mundial e às situações de doença ocorridas na Europa e, recentemente, em Portugal. De acordo com as recomendações da Ordem dos Médicos face ao surto de covid-19, a Reunião da Sociedade Portuguesa de Cefaleias (SPC) anunciou nova data, bem como o 32.º Encontro Nacional de Epiteptologia.
Um grupo de investigadores do i3S publicou recentemente um artigo na revista científica The Journal of Clinical Investigation onde descreve a forma como uma versão modificada da proteína Profilina-1 (Pfn1) estimula a regeneração de neurónios no sistema nervoso central após uma lesão ou trauma. Este trabalho já foi premiado três vezes e a utilização desta proteína modificada em lesões e doenças do sistema nervoso está patenteada pelo i3S.
A Novartis acaba de anunciar que a Comissão Europeia (CE) aprovou o medicamento siponimod para o tratamento de doentes adultos com esclerose múltipla secundária progressiva (EMSP), com doença ativa, evidenciada por surtos ou características de imagem da atividade inflamatória. Embora a manifestação da esclerose múltipla (EM) em cada doente seja única, mais de 80% dos doentes com EM recidivante remitente (EMRR) acabam por, eventualmente, evoluir para EMSP.
Chegou às livrarias, no passado dia 16 de janeiro, a obra “O avô tem uma borracha na cabeça”, um livro que retrata a história de um avô que vai perdendo a memória e do neto inventor que procura encontrar uma solução para esse problema. Ao mesmo tempo que é um elogio à admiração e amor que existem na relação entre uma criança e os seus avós, também ensina os mais novos a lidar com a perda e a desconstruir o Alzheimer.
O Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, é o primeiro hospital em Portugal a implantar um dispositivo médico que permite o registo de dados cerebrais de cada doente, ajudando desta forma a personalizar o tratamento das doenças do movimento. A primeira intervenção realizou-se no passado dia 21 de janeiro, no Hospital de São João.

