Atualidade
‘À Deriva’, ‘Grito Mudo’ ou ‘Libertação’ são os nomes que o artista Emanuel Ribeiro escolheu para três dos quadros que integram a exposição “Arte e Vida: Enfrentar a Esclerose Múltipla”, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), com o apoio da Merck e do El Corte Inglés (ECI). Mas são também reflexo das complexidades, desafios e triunfos que acompanham a vida de quem tem o diagnóstico de esclerose múltipla e que vão estar patentes na Sala de Âmbito Cultural do ECI, em Lisboa, no piso 6, até 29 de julho, disponíveis para venda, com o seu valor a reverter na totalidade para apoiar o trabalho que a SPEM realiza em prol dos doentes e da sensibilização para a doença.
Uma equipa de investigadores do Laboratório de Estrutura e Dinâmica Celular (CSD Lab) do Instituto de Biossistemas e Ciências Integrativas (BioISI) da Faculdade de Ciências (CIÊNCIAS) da Universidade de Lisboa, liderada por Federico Herrera, acaba de assegurar um financiamento da Ataxia UK para investigar duas doenças neurológicas raras do foro da ataxia.
Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) demonstra que o sal em excesso tem um efeito direto no cérebro, provocando danos significativos nos vasos sanguíneos.
As pessoas que vivem junto ao aeroporto de Lisboa apresentam maior risco de contrair doenças como hipertensão, diabetes ou demência, segundo um estudo divulgado pela associação Zero, que alerta para os perigos da exposição a partículas ultrafinas.
Os adultos que vivem com atrofia muscular espinhal em Portugal têm de percorrer longas distâncias para ir a consultas com especialistas na doença e têm dificuldades em encontrar fisioterapeutas com formação específica. Estes são alguns dos pontos negativos do relatório europeu que avalia a forma como são prestados cuidados a adultos com atrofia muscular espinhal (AME) em 22 países europeus.
As bolsas Mulheres na Ciência 2023, financiadas pela L'Oréal Portugal, foram atribuídas às investigadoras Laetitia Gaspar, Cláudia Deus, Sara Silva Pereira e Mariana Osswald, por projetos sobre apneia do sono, doença de Parkinson, infeções parasitárias e tecidos epiteliais.
Investigadores das universidades de Málaga (UMA) e Alicante (UA), em Espanha, desenvolveram uma ferramenta de inteligência artificial para ajudar a diagnosticar precocemente o transtorno de défice de atenção e hiperatividade (TDAH), uma condição que atinge cerca de 5 % da população.
A Reunião da Primavera da Sociedade Portuguesa de Cefaleias (SPC), realizada nos dias 3 e 4 de maio, foi palco do simpósio patrocinado pela Lundbeck, intitulado de “O Tratamento Revolucionário para a Enxaqueca”. Moderada pela diretora do Serviço de Neurologia e do Centro de Cefaleias do Hospital da Luz e presidente da SPC, Raquel Gil-Gouveia, a sessão contou com a palestra de Elsa Parreira, que se debruçou sobre as características, resultados e casos clínicos que demonstram a eficácia sustentada, rapidez de ação farmacológica e a segurança deste mais recente anticorpo monoclonal anti-CGRP.
Uma equipa de investigação internacional, liderada pela Universidade de Lisboa (UL) e pela Universidade de Coimbra (UC), conduziu um estudo para melhor compreender os perfis bioquímicos de doentes diagnosticados com défice cognitivo ligeiro com marcadores de Alzheimer (DCL-DA). Neste âmbito, os cientistas conseguiram identificar dois subgrupos distintos da doença, descoberta que acreditam ter a possibilidade de contribuir para melhorar os ensaios clínicos, fundamentais para o conhecimento e tratamento desta patologia ainda sem cura.
Um estudo identificou uma mutação genética que leva ao risco de mielomeningocele, o tipo mais grave de espinha bífida e o defeito congénito estrutural mais comum do sistema nervoso central.

