Pela primeira vez, uma equipa da Universidade do Minho (UMinho) demonstrou que os movimentos dos olhos podem revelar alterações cognitivas em pessoas com esclerose múltipla (EM). Os resultados do trabalho, publicado na revista científica norte-americana PeerJ a 4 de outubro, poderão influenciar a escolha de novos tratamentos e as técnicas de acompanhamento da progressão da doença.
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