Um grupo de investigadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos da América, revelou que crianças com perturbações do espectro do autismo (PEA) melhoraram significativamente ao nível de comunicação, comportamento, aptidões sociais e sintomas após tratamento com o seu próprio sangue do cordão umbilical. O ensaio clínico foi realizado em 25 crianças com PEA, com idades compreendidas entre os dois e os seis anos.
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