De acordo com um estudo recente, levado a cabo por um grupo de investigadores da Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos da América, é possível restaurar sinais de atividade cerebral mesmo sem existir qualquer fluxo sanguíneo no cérebro. Além disso, a investigação demonstrou que o processo da morte dos neurónios pode não ser tão inevitável quanto até agora se pensava. Os resultados foram publicados no último mês de abril na revista Nature.
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