Um estudo realizado por uma equipa multidisciplinar da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), demonstrou que a retina poderá funcionar como um biomarcador não invasivo relevante para o diagnóstico precoce da doença de Alzheimer. Esta é uma alteração que representa cerca de 60 a 70% dos casos de demência, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Os resultados foram publicados na Alzheimers Research & Therapy, uma das principais revistas internacionais na área das Neurociências e da Neurologia Clínica.
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