Um estudo realizado pela Escola de Medicina da Universidade do Minho demonstrou um novo agravamento dos sintomas de stresse, ansiedade e depressivos no início do segundo confinamento. A investigação, liderada pelo Prof. Doutor Pedro Morgado e pela Prof.ª Doutora Maria Picó-Perez, analisou os dados recolhidos entre março e abril de 2020, comparativamente com os de fevereiro e março de 2021.
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