O neurologista Henrique Miguel Delgado, no âmbito da Reunião da Primavera da Sociedade Portuguesa de Cefaleias, considera os anti-CGRP uma evolução significativa no tratamento da enxaqueca, que “são medicamentos mais eficazes e com menos efeitos secundários”. “Quanto mais tarde colocarmos esses medicamentos, maior a probabilidade de precisarmos de mais medicamentos SOS, do risco de cronificar a doença e, no resultado final, piorar nos cuidados do doente”. Assista à entrevista.
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